Fátima: Peregrinação de julho vai ser presidida pelo bispo de Ourense

Fátima, 05 jul 2021 (Ecclesia) – O bispo de Ourense, D. José Leonardo Lemos Montanet, vai presidir à Peregrinação Internacional Aniversária de julho, nos dias 12 e 13, que assinala a terceira aparição de Nossa Senhora aos Pastorinhos, na Cova da Iria.

“D. José Montanet nasceu em Barallobre, Corunha, arquidiocese de Santiago de Compostela e estudou no seminário maior de Santiago de Compostela, formando-se em Salamanca”, refere um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

É licenciado em Filosofia Teórica pela Pontifícia Universidade Gregoriana e desde sempre esteve ligado aos Arquivos e Bibliotecas, área em que se doutorou.

Autor de vários livros e numerosos artigos é bispo de Ourense desde dezembro de 2011 e, desde março de 2020, o presidente da Comissão Episcopal de Liturgia da Conferência Episcopal espanhola.

A peregrinação começa no dia 12, às 21h30, com o Rosário, celebrado na Capelinha das Aparições, seguido de uma celebração da Palavra no Altar do recinto de Oração. No dia 13, o Terço será rezado às 9h00 seguindo-se a Missa às 10h00. Durante a celebração será proferida a Palavra ao Doente, terminando a peregrinação com a Procissão do Adeus.

A peregrinação de julho volta a ter como tema “Louvai o Senhor, que levanta os fracos”, havendo sempre “uma especial intenção pelos que sofrem neste momento de tribulação decorrente da pandemia”.

Neste contexto, ainda de restrições, o Santuário mantém em vigor todas as regras de segurança: as entradas no Recinto fazem-se por oito portas; uma vez dentro do Recinto os peregrinos devem manter-se no mesmo lugar de forma a evitar ajuntamentos; guardando o distanciamento físico entre si e, durante as celebrações, e apenas nesse período, os acessos ao queimador de velas e Capelinha das Aparições estarão limitados. O uso de máscara é obrigatório.

As celebrações podem ser seguidas em direto em www.fatima.pt, no facebook do santuário de Fátima; na rádio e TV canção Nova e nas rádios Renascença e Maria.

LFS

Check Also

A morte dos outros e a minha

A morte aparece-nos sempre como algo distante. Não a tomamos como natural, pelo menos em …