9 de maio de 2021 – 6º Domingo da Páscoa -Ano B

Mais uma vez o Senhor Jesus nos fala do Seu imenso amor para connosco e da maneira de lhe corresponder.

Um amor cuja medida é o infinito amor divino: “Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei”. Como corresponder a essa dádiva imensa? “Permanecei no Meu amor” responde o Senhor.

Mas como viver esse amor?

Deus é infinitamente bom e misericordioso, fonte de todo o bem e toda a beleza, não é difícil amá-lo. Mas o amor não é um sentimento vago e abstrato, que se exprime unicamente em belos cânticos e orações. Ele tem de traduzir-se em atos concretos que deem autenticidade a esse amor.

– Mas como vamos dar esse testemunho?

O Senhor é muito explícito: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”. O Senhor não diz só: sede bons e caridosos para os vossos semelhantes, mas sim: “Amai-vos como Eu vos amei”. Essa é a medida.

E como nos amou Ele?

Descendo da Sua posição divina até à nossa pobre condição humana, assumindo-a com todas as suas misérias, tornando-se por amor igual a nós em tudo excepto no pecado, curando, consolando, ensinando, servindo. E por último dando a vida por nós.

É esta a medida do amor que Ele quer que dediquemos aos nossos irmãos.

Como poderemos viver um amor assim? É uma meta impossível de alcançar, respondemos. E no entanto é este caminho que o Senhor nos aponta. É este o ideal de que devemos aproximar-nos cada vez mais.

E é aqui que está o remédio para os males que nos afligem. Olhemos por exemplo para a pandemia covid 19. Diz-nos São Paulo na 1ª leitura que “Deus não olha à qualidade das pessoas, mas em qualquer nação, quem O teme e pratica a justiça é aceite por Ele”.

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