A health worker holds a vial of the Pfizer/BioNtech COVID-19 vaccine during first vaccination Santa Marial Hospital in Lisbon, Portugal, 28 December 2020. Medical personnel is the first group to get the jabs, followed by senior citizens. JOSE SENA GOULAO/LUSA

Bispo do Algarve voltou a reforçar o apelo à vacinação para proteção contra a Covid-19

O bispo do Algarve voltou ontem a reforçar o apelo à vacinação para proteção contra a Covid-19.

Na homilia da missa de ordenação de dois novos padres para a Diocese do Algarve, D. Manuel Quintas considerou que “vacinar-se é uma forma simples, mas profunda de promover o bem comum e de cuidar uns dos outros, e especialmente dos mais vulneráveis”.

“Como nos recorda e recomenda o Papa Francisco: «vacinar-se é um ato de amor. Amor por si mesmo, amor pelos familiares e amigos, amor por todos os povos» (refere-se também à partilha de vacinas dos países mais ricos com os países mais pobres). «Um ato de amor e de responsabilidade. Vacinar-se é uma forma simples, mas profunda de promover o bem comum e de cuidar uns dos outros, e especialmente dos mais vulneráveis»”, acrescentou, citando.

O bispo diocesano informou ter acabado de sair de um período de isolamento a que esteve sujeito por contágio da Covid-19. “Dei graças a Deus cada dia, por ter tido a clarividência em optar por ser vacinado. Interroguei-me, igualmente para tentar compreender, mas reconheço que sem sucesso, as razões que podem levar alguém a optar por não se vacinar”, aditou, considerando que confiar “apenas na máscara, na higienização das mãos, no distanciamento” é “manifesta e comprovadamente insuficiente”.

D. Manuel Quintas recomendou ainda aos sacerdotes e aos ministros extraordinários da comunhão que se vacinem, acrescentando aos presbíteros que, em seu entender, ser vacinado resulta de uma “exigência fundamental” do exercício integral do seu ministério sacerdotal.

O bispo do Algarve destacou que “Cristo abre sempre um caminho de luz no meio das trevas, no meio das dificuldades, no meio das pandemias”. “Hoje sentimo-nos particularmente unidos a toda a humanidade e continuamos a sentir-nos frágeis com ela, mas não à deriva ou sem rumo, face às consequências que a atual pandemia continua a provocar, a nível pessoal e social, com a constatação de que, apesar de todos os cuidados pelas caraterísticas próprias da variante agora dominante, não é fácil evitar o contágio”, desenvolveu.

 

Fonte: https://folhadodomingo.pt

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