A IGREJA ESTÁ VIVA, DESENVOLVE-SE E NASCE EM CADA DIA QUE PASSA

Que é a Igreja, senão esse povo imenso de discípulos de Jesus, associados em comunidades, desde do Papa Francisco, o chefe que está em Roma, até ao bebezinho que um casal piedoso acaba de apresentar à Igreja de Deus para que, pelo batismo, entre para a comunidade dos crentes? Quem pode dizer que esta Igreja deixou de crescer quando, por um lado, acolhe sem cessar novos discípulos, e, por outro lado, nasce em cada dia quando há homens que se juntam, reconhecem Deus em Cristo e n’Ele se comprometem com o Reino de Deus, aqui no cerne da história humana? Ora, se a Igreja cresce, é claro que muda. Sim! E felizmente!

A IGREJA MUDA

Sabeis o que não muda? Aquilo que está morto! Não só não muda como se decompõe. Ao passo que a Igreja, felizmente, está viva. E é mesmo por isso que esta Igreja concreta muda o seu «rosto humano», permita-se-me a expressão.

A Igreja muda também porque não se encontra fora do mundo, como fortaleza imóvel que se erguesse parada num mundo em movimento. É mais do que isso. Como diz o Evangelho, é fermento na massa. Perguntem ao padeiro se, mudando a farinha, o pão permanece o mesmo. A Igreja é ainda – diz-nos Jesus – o grão que se deita à terra. Uma pequena semente que lança raízes, cresce, pouco a pouco, e se torna um arbusto, uma árvore, uma árvore enorme com inúmeros ramos, sempre novos, sempre inesperados; árvore que pode abrigar todas as aves do campo, que nela farão seus ninhos.

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