A JMJ conjuga-se no presente

Por estes dias, tive a oportunidade de colocar a fita do filme da JMJ a rodar, por alguns instantes. Muitos momentos, várias celebrações e sobretudo muito rostos com muita alegria, muita energia… Revisitar o que aconteceu nesses dias, tanto na última semana de julho, nas várias dioceses de Portugal, como na primeira de agosto, na JMJ Lisboa 2023, é uma boa forma de agitar o desânimo, sacudir momentos menos entusiastas, menos voltados para o futuro, para o sonho…

O que se viveu neste verão nunca pode ser considerado acontecimento do passado! Os dias de encontro entre jovens do mundo inteiro conjugam-se sempre no presente, atuam em cada dia em que deles possamos fazer memória ou naquelas ocasiões em que nos for possível passar por essas imagens, por esses sons, por esse brilho… Aconselho vivamente a ver ou rever a lista de vídeos disponíveis em muitas plataformas, como no canal YouTube da Agência Ecclesia, e participar novamente nas múltiplas experiências que esses dias proporcionaram aos jovens de todo o mundo e também a tantos que acompanharam as transmissões televisivas.

A realização da Jornada Diocesana da Juventude, na Solenidade de Cristo Rei, foi uma ocasião para recordar e retomar os momentos vividos na JMJ Lisboa 2023 e sobretudo as mensagens que aí foram proclamadas.

Nestes dias, repetem-se perguntas sobre a etapa seguinte, sobre o que fazer depois de experiência tamanha, como foi a Jornada Mundial da Juventude. E agora??

E as respostas, ainda não foram encontradas? Basta ver, ouvir, seguir as pistas deixadas pelo Papa Francisco. Quais? Deixo cinco possibilidades, as mesmas que são apresentadas no programa 70×7 deste domingo, por ocasião da Jornada Diocesana da Juventude (comentadas nesse programa emitido na RTP2, pelas 17h25, por Rita Sacramento Monteiro, uns 100 dias após as ter ouvido, presencialmente, do Papa Francisco).
Antes de mais, sendo construtor de uma Igreja que acolhe todos; sem medo de recomeçar, apesar dos momentos de fragilidade; com a coragem de ser empreendedor de sonhos; disposto a curvar-se para ajudar quem precisa; e sempre determinado em surfar as ondas, as ondas do amor.

 

 

Fonte: https://agencia.ecclesia.pt/

Autor: Paulo Rocha, Agência Eccleisa

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